quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Valor da “HERANÇA MALDITA” dos 4 anos de Micarla


Se em 2003 Lula assumiu um país com uma “herança maldita”, herdada pelos 8 anos de administração tucano-democrata, que deixou o país com uma moeda reconhecida como forte e a beira da falência, em 2012 Carlos Eduardo também terá sua “herança maldita”.

Responsáveis diretos pelo desastre administrativo de Natal


O “custo” dos 4 anos de rapinagem verdejante é de R$ 658.192.757,41 devido ao abandono ou sequer construção de 13 obras públicas. E como nós adoramos relações idiotas, esse valor daria para comprar 2.193 automóveis Gol, com ar-condicionado e os et catervas tradicionais, ou,se formos mais idiotas ainda, de imaginar que essa bagalhoça,se fosse dividida pela população de Natal, daria um pouco mais de R$ 814,00 para cada cidadão, adulto ou criança.

Responsáveis pelo descalabro administrativo de Natal.

Das 13 obras, 10 foram iniciadas na segunda gestão de Carlos Eduardo e criminosamente abandonadas pela súcia que governou nossa cidade. São obras que teriam um enorme valor social, visto que afetam comunidades pobres e carentes de infraestrutura, como é o caso da Comunidade África, Maruín e o bairro esquecido de Nossa Senhora da Apresentação, mas que também atingem a classe média da Zona Sul, especialmente de Capim Macio e Ponta Negra.

Evidentemente que, em meios aos festejos natalinos, muitos de nós colocará em segundo plano o fato de que fomos literalmente surrupiados nos nosso direitos e muitos de nós, que hoje acovardam-se em revelar seu voto de 2008, sentem na pele a “tsunami” verde que, patrocinada pelo DEM agripinista e que recebeu considerável reforço do PMDB em 2010, provocou na outrora bela Natal.

Micarla foi um “produto” vendido por seu esplendor e por sua jovial beleza, mas que tinha tutores de peso, que hoje tratam de destruir o RN sem nenhuma crise de consciência. Aliás, não é a toa que o esgoto midiático chamado Veja elegeu o sucessor de Agripino no seu clã, Felipe Maia, como “melhor parlamentar do ano”.

Ainda veremos muita “alma sebosa” tomar para si o título de “o melhor para Natal”. E muitos de nós embarcarão, com fé ou cumplicidade, em mais uma viagem à mediocridade.

Fonte : Novo Jornal

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